sábado, 22 de dezembro de 2012

Desligue a TV e vá ler um livro? Não me diga o que fazer!

Primeiramente gostaria de deixar registrada a minha revolta contra pessoas que acham que sabem o que é melhor para a vida alheia. Pronto. Está registrado. Segundo passo agora é começar o post. Here I go.

Lembro-me que o canal MTV, num de seus loucos comerciais, aconselhava o telespectador a desligar sua própria TV e ler um livro. Algum tempo depois, conforme as pessoas foram tornando-se mais arrogantes, essa frase ficou mais recorrente. Eu, como boa apreciadora dos programas televisivos, comecei a refletir sobre essa frase. Deixando claro aqui que não acho que as pessoas devem passar o dia inteiro na frente da TV. Ninguém deve passar o dia inteiro fazendo uma coisa só. Também apoio que as pessoas deveriam ler mais, muito mais. Sou estudante de Letras, e com isso, passo alguma parte do meu tempo com autores consagrados e com suas obras inspiradoras. Uma coisa não exclui a outra. Encontramos coisas muito boas na TV, assim como nos livros. Penso que são apenas formatos diferentes. Assim como também encontramos coisas muito ruins em ambos TV e livros. Tudo depende do tipo de programa que você assiste, ou do livro que se lê. Depende mais ainda de quem o vê/lê. Hoje em dia, por exemplo, as pessoas acham bacana andarem por ai carregando um livro. Elas estão lendo mais do que antes, ou pelo menos fingem que o fazem. Ler é um hábito ótimo a ser cultivado. Mas fazê-lo apenas pela aparência de nada acrescenta. Quantas pessoas por ai já leram autores incríveis sem terem entendido uma palavra sequer? O que estou tentando dizer é que, o programa de TV pode ter um conteúdo tão enriquecedor ou empobrecedor quanto o conteúdo literário. O que muda a cena, é quem está absorvendo aquele tipo de informação. Quem disse que devemos assistir, ouvir, ler, comer, fazer apenas coisas "boas/construtivas"? Devemos fazer o que quisermos. Acredito, porém, que seja importante evitar a demasia em qualquer aspecto da vida. Além do mais, assistir ou ler coisas ruins pode ser tão estimulante quanto assistir ou ler coisas boas. Primeiramente porque todos nós precisamos fazer coisas simplesmente pelo entretenimento. Segundo, porque você pode assistir ou ler coisas "ruins" (tomando muito cuidado com esse conceito tão subjetivo), e a partir dali tornar-se uma pessoa mais crítica. Criticar o que está absorvendo. Criticar o quanto aquele programa ou livro distorce as coisas, ou tenta robotizar pessoas. Que fique claro aqui que falo de crítica  construtiva, e para si. Criticar em redes sociais faz de você apenas um pé no saco. Para resumir, acredito que temos o livre arbítrio para nos entreter da forma que quisermos, mas que se o fizermos de forma consciente e crítica, poderemos aproveitar um pouco de tudo. Portanto, ligue sua TV, abra seu livro, coma fast-food, tome sol sem protetor solar, ouça a música que quiser, e consuma bebidas alcoólicas. Faça o que você quiser, mas tente fazê-lo alimentando seu lado crítico. E faça-o considerando as consequências que você, e somente você, terá de arcar com. Faça o que lhe faz bem, e experimente coisas novas. Porque, claro, se você passar o dia fazendo apenas uma coisa, todos os dias, não vai descobrir coisas que podem lhe trazer tanto prazer quanto, ou até mais. Mas faça porque quer, porque gosta, porque escolheu.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Do tédio à criação.

Às vezes você fica sem ter sobre o que escrever. Não é sempre que tudo inspira um texto. Alguns dias, qualquer olhar que talvez repouse sobre você pode causar perturbação bastante que lhe renda algumas boas linhas de prosa ou poesia. Uma olhada pela janela, ou o cheiro do café, ou as gotas da água do banho. Tudo isso pode causar-lhe motivação para escrever. Mas há dias em que nada parece suficientemente bom para merecer uma forma textual. Nada parece valer o seu tempo com uma caneta ou com um teclado. Da mesma forma que um pintor não ache que uma imagem deva ser transportada para sua tela, um escritor também pode achar alguma coisa pobre demais para ser transportado para o texto dele. Mas, quando as coisas da vida parecem não merecer uma tela, um texto, uma atenção, é exatamente essa a hora de transformá-las. Até a tristeza fica bonita; invejável. O tédio vira produção, arte. Portanto, escrevo sempre. Mesmo quando não tenho sobre o que escrever. E assim eu crio. Mantenho a  imaginação ativa, e por isso, quase nunca dependo da realidade para ser feliz. 

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

I`m not here anymore, and once again.

Once again I step aside
Make room for what is right
Stay in the wrongness I belong
And bitterness comes along
Break up with the past again
Nothing to lose or gain
Try to make it up to my tomorrow
Whilst I wait for the end of this sorrow.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Daily Routine

Fake smiles
Swallow your anger
Pretend you care
Pretend you do not care
Hide your love
Write a few lines
And feel free.

domingo, 9 de dezembro de 2012

Let me get what I want

Some people want to have amazing lives.
Me, I just want to write my book.
Forever.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

I cherish the silence of this house of mine.

I cherish the silence of this house of mine
The lack of noises makes me at ease.

In the dawn it is even better
The way everything is still.

It feels comfortable and homy
The quietness of every room.

The only room in disturbance
Is the one which I am in.

I can finally hear myself
And the lovely  voices in my head again.

And I can hear my heart beating
I can hear my lungs breathing.

It is a peaceful silence
Not a lonely one.

It is a peaceful lack of sound when no one
Not a single one can tell me what to do.